Radiologia Brasileira - Publicação Científica Oficial do Colégio Brasileiro de Radiologia

AMB - Associação Médica Brasileira CNA - Comissão Nacional de Acreditação
Idioma/Language: Português Inglês

Vol. 37 nº 2 - Mar. / Apr.  of 2004

ORIGINAL ARTICLE
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Page(s) 77 to 82

Clinical and ultrasonographic risk factors associated with asymptomatic gallstones in women

Autho(rs): Adilson Cunha Ferreira, Francisco Mauad Filho, Fernando Marum Mauad, Antônio Gadelha, Patrícia Spara, Isac Jorge Filho

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Texto em Português English Text

Keywords: Gallstones, Asymptomatic women, Ultrasonography

Descritores: Litíase da vesícula biliar, Mulheres assintomáticas, Ultra-sonografia

Abstract:
OBJECTIVE: To evaluate ultrasonographic and clinical variables such as the presence or absence of bile sludge, thickness of the gallbladder wall, transverse measurement of the gallbladder, age, parity, and presence or absence of diabetes mellitus, and to determine the prevalence of asymptomatic gallstones in female patients submitted to ultrasonographic examination. MATERIALS AND METHODS: We conducted a prospective study involving 265 female patients attending at the "Escola de Ultra-sonografia e Reciclagem Médica de Ribeirão Preto", São Paulo, Brazil, during the period from January to September, 2001. RESULTS: There was a statistically significant difference in gallstones and gallbladder wall thickness, bile sludge, transverse gallbladder diameter, age, parity, with a 4.1% among nulliparous women and a 39.1% in multiparous women and diabetic women. The prevalence of gallstones in asymptomatic patients was 14.7%. CONCLUSION: Asymptomatic gallstones in women were mainly related to age and parity. The most frequently detected ultrasonographic findings were the presence of bile sludge and thickening of the gallbladder wall.

Resumo:
OBJETIVO: Analisar variáveis clínicas e ultra-sonográficas, como presença ou ausência de barro biliar, espessura da parede e medida transversal da vesícula biliar, idade, paridade, presença ou ausência de diabetes mellitus associadas a litíase vesicular assintomática, bem como determinar a sua prevalência em pacientes submetidas ao exame ultra-sonográfico. MATERAIS E MÉTODOS: Foram analisadas, em estudo prospectivo, 265 pacientes do sexo feminino, atendidas na Escola de Ultra-sonografia e Reciclagem Médica de Ribeirão Preto, durante o período de janeiro a setembro de 2001. RESULTADOS: Evidenciou-se diferença estatisticamente significativa relacionada à litíase da vesícula biliar e espessura da parede da vesícula biliar, barro biliar, diâmetro transverso da vesícula biliar, faixa etária, paridade, passando de 4,1% nas nulíparas para 39,1% nas multíparas e diabéticas. A prevalência de litíase na vesícula biliar em pacientes assintomáticas foi de 14,7%. CONCLUSÃO: A litíase vesicular assintomática em mulheres ocorre principalmente com o decorrer da idade e da paridade. Os achados ultra-sonográficos mais freqüentemente encontrados foram presença de barro biliar e de espessamento da parede da vesícula biliar.

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